sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Redondamente falso

Atingimos o primeiro marco importante na história deste blog: Tivemos hoje a primeira reação da direção do agrupamento. Foi recebido um comentário, de forma anónima, no post relativo ao percurso escolar até ao 12º ano, desmentindo a informação publicada. O post refere que a direcção reteve propositadamente os processos dos alunos que não pretendiam frequentar a escola sede de agrupamento, quando transitaram para o 10º ano. O comentário recebido (que pode ser consultado na integra aqui) refere:
Isto é redondamente falso! A escola tem provas do envio dos processo, em tempo útil, para as escolas pretendidas. Esse comprovativo pode ser consultado na secretaria da escola. 
Assim, e como, por razões mais ou menos óbvias, não podemos ir consultar os referidos comprovativos na escola, pedimos aos nossos fieis leitores que nos façam chegar os seus testemunhos. Bem hajam.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Trapalhada "Extravio de cartões"

Este post faz parte da série "Trapalhadas", que pretende divulgar vários exemplos de (má) gestão da coordenação do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós


Foi recebida, pelos pais, a seguinte informação da direção do agrupamento, datada de 31 de janeiro 2012:
Tendo-se verificado que, com muita frequência os alunos deixam o cartão magnético em casa solicitando um outro de substituição, e, muitas vezes perdendo este, voltam a solicitar outro. Decidiu a Direção deste Agrupamento que, a partir de 2ª feira próxima, dia 6 de fevereiro, os cartões de substituição passarão a ter uma caução de 10 euros. Alertamos para o facto, de que os alunos não podem circular na escola, nem consumir/marcar refeições sem serem portadores do respetivo cartão.
Esta informação viola, no entanto, o regulamento interno, onde se prevê um prazo de 48 horas para pedir uma 2ª via e onde se possibilita a utilização de um cartão eletrónico de substituição (pontos 4 e 5 do artigo 13º do RI). E, atualmente, a escola está a barrar a entrada dos alunos se não pagarem de imediato os dez euros. Só é levado à letra a parte do ponto 4 do artigo 13º onde se refere o pagamento de dez euros.  A proibição de entrada a todos os alunos que não sejam portadores de cartão viola claramente o ponto 2 do artigo 14ª do RI.

Transcrição dos artigos 13º e 14º do Regulamento Interno:
Artigo 13 - Aquisição do cartão eletrónico 
4. Em caso de perda/extravio ou furto/roubo do cartão eletrónico deve ser obtida uma segunda via 
no prazo de quarenta e oito horas mediante o pagamento de dez Euros, transitando os créditos 
do anterior cartão para o novo.  
5. Em caso de esquecimento ou durante o período de emissão de 2a via do cartão eletrónico, o 
aluno deve obter e ser portador de um cartão provisório, com todas as funcionalidades do original.
Artigo 14 - Falta do cartão eletrónico 
1. O aluno deve prontamente exibir o cartão, quando lhe for solicitado por qualquer autoridade com competência hierárquica do Agrupamento, nomeadamente professores ou outros funcionários.  
2. Caso o aluno não possa exibir o seu cartão quando este lhe for solicitado, a entrada e permanência em qualquer das dependências das escolas do Agrupamento ser-lhe-á vedada, a não ser que a sua identidade e qualidade de aluno possa ser avalizada por um professor ou por qualquer outro funcionário. Esta identificação deve ser inequívoca e a não apresentação do cartão deverá ser entendida como uma situação excecional.
Como o desnorte é muito surgem as situações mais aberrantes. A titulo ilustrativo apresenta-se o resumo de um relato de um Encarregado de Educação:
O seu filho de 8 anos quando chegou à hora do almoço apercebeu-se que tinha perdido o cartão electrónico e como tal foi impedido de almoçar. O cartão tinha saldo, cerca de 40 euros, e a refeição para aquele dia estava marcada. Mandaram a criança pagar 10 euros na papelaria como se fosse normal andar com dinheiro. Afinal o cartão electrónico não serve para evitar o dinheiro “vivo”? Ninguém se deu ao trabalho de verificar se havia saldo no cartão ou se a refeição estava marcada. 
Um elemento da CAF tentou, junto da cantina, obter uma refeição para o aluno explicando que este tinha refeição marcada. A resposta foi curta e cega, não tem cartão não almoça! O E. Educação foi contactado e, apesar de explicar que a criança tinha saldo pelo que a escola poderia cobrar a caução de dez euros e que a refeição estava marcada, a cantina ignorou tudo e deixou a criança sem comer. Se não fosse o elemento da CAF comprar comida no bar, a criança e ficaria sem comer até ao final das suas atividades, às 18h00. 
Valeu o bom senso e profissionalismo do elemento da CAF. Afinal ainda há quem saiba lidar com crianças num estabelecimento de ensino. Dirigir uma escola não é debitar ordens como se de uma fábrica se tratasse. Além de que há que preparar os funcionários e a coordenação da escola Vasco da Gama para saberem lidar com a implementação de novas regras.

O Regulamento Interno é para ser cumprido. Trata-se de um documento que foi aprovado por um conjunto de pessoas que tem responsabilidades na escola e há que respeitar o seu trabalho.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Agrupamento Eça de Queirós, disseminar boas práticas ou nivelar por baixo?

Como tem sido aqui largamente exemplificado, a Diretora do agrupamento de escolas Eça de Queirós tem demonstrado não saber lidar com a comunidade educativa da escola Vasco da Gama da melhor forma, numa permanente desvalorização dos resultados académicos obtidos. A filosofia de um agrupamento deve ser partilhar o que de melhor se faz em cada escola para poder disseminar as boas práticas, e nunca desvalorizá-las.

Em 2011 a escola Vasco da Gama foi a melhor escola pública de Lisboa nos Rankings dos exames nacionais do 9º ano e quinta a nível nacional. Na altura a direção foi contactada pelo jornal Público para saber o que faz de diferente quem está no top das cinco públicas e privadas com melhores resultados, mas diretora desvalorizou os ditos rankings  e não apontou uma única ação que pudesse fazer a diferença, e que a escola gostasse de partilhar com os jornalistas.

Artigo do Público, de 15 de Outubro de 2011

O jornal Correio da Manhã também contactou a diretora e uma vez mais a tónica foi que os resultados da escola Vasco da Gama só tinham uma origem, o facto do estabelecimento de ensino estar inserido numa zona de estratos sociais elevados. Foi preciso um encarregado de educação dizer que se trata de uma escola bem referenciada, com professores muito bons e acessíveis.

Artigo do Correio da Manhã, de 15 de Outubro de 2011

O sucesso de muitos alunos tem se devido ao facto de terem sidos apoiados na escola e chegarem a casa com as matérias mais consolidadas. Nem todas as famílias tem capacidade para pôr os seus filhos em academias de estudos. Atualmente os encarregados de educação continuam à espera dessa preciosa ajuda. A associação de Pais e Encarregados de Educação chegou a organizar atividades de estudo para o 2º ciclo, à semelhança do que se fazia no 1º ciclo, mas a atual diretora proibiu tal prática. Com a atual política da direção será que os bons resultados se vão manter ou virão por aí abaixo? A diretora deveria ter orgulho na escola Vasco da Gama porque se candidatou como diretora do agrupamento. Se não sente empatia pela escola Vasco da Gama então nunca poderá querer ser a sua diretora.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Fevereiro 2012 - Terapia da fala (continuação 3)

Video da RTP Notícias, 16 de Fevereiro
A indignação dos pais da aluna e da sociedade em geral continua. A diretora da escola mantém a firme posição de não ceder um espaço para a terapia da fala para crianças com necessidades educativas especiais. Agora parece que não há salas disponíveis, o que é estranho se a ideia era cobrar o aluguer das mesmas. Em que ficamos? Se não havia sala então a comunicação da escola deveria ter sido que as sessões teriam de cessar por falta de espaço. Há aqui qualquer coisa que está mal contada. O ministério parece apostado em pactuar com a situação. Mas será que a referida diretora, mesmo com tanta trapalhada e denegrindo o ato sublime de educar, tem a conivência total do ministério e da DRELVT. Mal vai este país de compadrio e falta de igualdade de tratamento. Afinal estamos a falar de serviço público.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Fevereiro 2012 - Terapia da fala (continuação 2)

A saga dos pedidos de pagamento da sala para a terapia da fala infelizmente ainda não terminou. Segue a descrição, feita pelos pais da Joana, da primeira sessão de terapia, após a indicação do ministério de que as salas não deveriam ser cobradas. A informação é referente ao dia 14 de Fevereiro.
Hoje, 3ª feira, às 9:30 a Joana tinha terapia da fala conforme horário previamente autorizado pela directora do agrupamento.

A Joana ficou sentada no átrio de entrada da escola entre as 9:30 e as 10:15, na companhia da terapeuta à espera que lhes disponibilizassem uma sala... foi dito que não havia salas disponíveis (isto apesar de estarem no horário previamente autorizado por escrito pela directora do agrupamento).

Numa atitude costumeira de mandar fazer sem dar a cara, a Srª. Maria José Soares, directora do agrupamento, mandou uma assessora comunicar à terapeuta que se quisessem podiam ter terapia em duas cadeirinhas no meio do corredor (sem condições, com barulho e gente a passar) e a terapeuta obviamente respondeu que aquilo não eram condições para dar terapia...

Portanto, na sua suprema prepotência, a Srª. Maria José Soares, directora da escola, obedeceu ao Ministério da Educação e Ciência ao não cobrar a sala, mas numa atitude que faz lembrar crianças do básico a bater o pé, deu a volta à situação ao não disponibilizar uma sala (que se pagássemos já passaria a existir).

A terapeuta pediu à assessora para falar com a directora uma vez que a assessora nada podia fazer. Foram chama-la, como se esperava não apareceu e, às 10:15 a terapeuta, obviamente, foi para a escola seguinte onde sim, tem uma sala à disposição como em todas as escolas decentes.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Trapalhada "Gestão de recursos"

Este post faz parte da série "Trapalhadas", que pretende divulgar vários exemplos de (má) gestão da coordenação do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós

O dinheiro que a Escola Vasco da Gama faz com os alugueres de salas e espaços para festas é esbanjado em nome do agrupamento. Exemplos:
  • Os alunos do agrupamento receberam um desdobrável a cores sobre o novo acordo ortográfico. Mais uma machadada na nossas florestas e no erário público. 
  • No Natal engalanou-se a sede com um soberbo painel de alguns metros quadrados impressos no mais alto estilo. A Vasco da Gama, em função da sua reduzida importância, foi abrilhantada com um pequeno exemplar, ainda assim dispensável. Soberba e luxúria, quando os tempos são de contenção.
Se há uma lógica de rentabilização de recursos, porque não aproveitar os professores da Eça de Queirós, que devem estar aliviados de trabalho por força da diminuição dos cursos de ensino para adultos. Estes podiam ir fazer uma perninha à Vasco da Gama ou à escola do Parque das Nações. Seriam muito bem-vindos para aulas de substituição, sala de estudo, aulas de apoio, clubes, etc.

Trapalhada "Vasco da Gama sem serviços administrativos"

Este post faz parte da série "Trapalhadas", que pretende divulgar vários exemplos de (má) gestão da coordenação do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós

A estrutura administrativa da escola Vasco da Gama há muito que se ausentou para as terras do Norte. Agora tudo se decide na sede de agrupamento, nos Olivais. Se precisar de algum serviço de secretaria tem de se deslocar à sede do agrupamento, porque o balcão foi emparedado por um muro branco. No espaço da entrada da antiga secretaria existe uma gaiola onde se recebem os Encarregados de Educação sem nenhuma privacidade. E se alguém precisar de falar com elementos da coordenação da escola, obterá quase sempre a resposta de que estão em reunião na sede. Passam-se manhãs e tardes inteiras sem ninguém na coordenação. E com um bocado de sorte pode ser que a coordenadora ainda seja a mesma, um vez que a primeira lá se fartou. Valha-nos a sempre eficiente D.ª Zé, que lá vai tomando conta da escola.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fevereiro 2012 - Terapia da fala (continuação)

Em notícia da TVI24 (link) datada de 10-02-2012, 19: 59, é indicado que a diretora procedeu a notificação de pais do custo de aluguer da sala para a terapia da sala, 5 dias depois do ministério ter indicado estar a avaliar a decisão.
A directora da escola de Lisboa que exige o pagamento do aluguer de salas para actividades terapêuticas notificou os pais de um aluno da sua decisão já depois de o Ministério da Educação (ME) ter decidido avaliar a situação, noticia a Lusa.

Em carta registada nos CTT no dia 1 de Fevereiro e a que a agência Lusa teve hoje acesso, a directora do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós, Maria José Soares, enviou o despacho que elaborou a 17 de Janeiro onde sustenta a sua decisão.

O envio da notificação ocorreu cinco dias depois do Ministério da Educação ter anunciado que iria averiguar a situação, depois de ter chegado ao conhecimento público através da Comunicação Social.

No mesmo documento, a directora precisa que detectou duas situações de alunos que têm acompanhamento de terapeutas pagos pelos pais, mas realizados na Escola Básica Integrada Vasco da Gama.

Até agora apenas era conhecida a situação de uma criança que frequenta o 2º ano. A outra integra uma turma do 1º ano do ensino básico.

A responsável argumenta que as sessões de terapia dos alunos, que designa «actividades desenvolvidas por terceiros», decorrem em salas durante o «horário nobre», o que tem implicado que nalguns dias «se tenha verificado falta de salas de aulas disponíveis».

A terminar o despacho, determina que os pais ou encarregados de educação dos alunos devem proceder ao pagamento do valor, de acordo com a tabela em vigor na escola, para que a cedência de salas possa prosseguir.

Numa mensagem de correio electrónico anterior enviada aos pais, a directora referia que o custo do aluguer é de dez euros por hora e por sala.

Contactada pela Lusa, uma assessora do gabinete do ministro da Educação e Ciência disse que a averiguação da situação ainda não está concluída.

Cerca de 2 horas depois (às 22:16) em noticia da Lusa (link), é divulgado que o Ministério deu ordens à diretora da escola para que as salas não sejam cobradas.
O Ministério da Educação e Ciência informa que a diretora da escola foi instruída para que não fosse cobrado nenhum valor pelo uso das instalações para o fim em causa", refere a nota do Ministério enviada à agência Lusa.

Parabéns aos pais da Joana por esta vitória. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Trapalhada "Regulamento Interno"

Este post faz parte da série "Trapalhadas", que pretende divulgar vários exemplos de (má) gestão da coordenação do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós

O regulamento interno do Agrupamento, essencial para a definição e nomeação dos vários orgãos da escola, e no qual devem constar os direitos e deveres dos vários membros da comunidade escolar, deveria estar definido e publicado no inicio do ano letivo. No entanto, após sucessivos atrasos, o ano iniciou sem este documento. Para resolver esta situação, foi dito nas reuniões com os Encarregados de Educação que, até estar concluído o novo documento do agrupamento, vigorariam os regulamentos das antigas escolas.

Ao que parece em Dezembro passado foi finalmente aprovada, em conselho geral transitório, a versão final do tão aguardado documento. Mas é como o Wally, onde é que andará? Vai-se à página da sede e há um vazio de documentos, na da Vasco da Gama estão os documentos antigos. Para quando a divulgação do regulamento interno aos encarregados de educação e alunos, e já agora na página da escola? E o Projeto Educativo?

Existe um vazio de documentos orientadores que só refletem a desorientação deste agrupamento. Os elementos da Escola Vasco da Gama exigem o regresso à normalidade de uma escola que já foi organizada.

Edit (10-02-2012): os documentos foram publicados, nos últimos dias, na nova página do agrupamento (www.queiroz.pt), e podem ser encontrados aqui (PEA - Projeto Educativo do Agrupamento, RI - Regulamento Interno)

Trapalhada "Percurso escolar até ao 12º ano"

Este post faz parte da série "Trapalhadas", que pretende divulgar vários exemplos de (má) gestão da coordenação do Agrupamento de Escolas Eça de Queirós

Os alunos da Escola Vasco da Gama demonstraram no último ano letivo  que as suas opções para o 10º ano não passavam por ir para a escola secundária Eça de Queirós. A direção soube armadilhar as suas preferências, retendo os processos na secretaria para que, se algum dia viessem a chegar às escolas de 1ª opção dos alunos, já não existissem vagas. Chegou a mentir descaradamente aos encarregados de educação dizendo que os processos já tinham seguido pelo correio, facto que foi averiguado por alguns e se revelou falso. Mas havia que demonstrar à tutela que o agrupamento era um projeto com pernas para andar. Os alunos da Vasco da Gama ao não optarem pela sede do agrupamento para o seu 10º ano estavam a defraudar a imagem do virtuosismo da brilhante ideia de agrupamento. Sem preconceitos que não o das distintas filosofias de cada escola e os seus modus operandi, há que reafirmar que os seus projetos são tão distintos e impossíveis de misturar como a água e o azeite.

Alguns encarregados de educação conseguiram  obter vagas para os seus filhos nas escolas pretendidas, depois de muita labuta e queixas na Direção Regional de Educação de Lisboa. Outros acbaram por ceder após serem convencidos, pela diretora, a ficarem todos numa turma da escola Eça de Queirós. Foi ainda dito aos pais que a que a culpa desta trapalhada era deles por não terem optado em primeiro lugar pela escola secundária do agrupamento.

Há esperança que a atual tutela faça um balanço dos agrupamentos que o anterior governo fez à revelia da mais elementar ponderação e reconheça que a escola Vasco da Gama perdeu muito com a presente agregação.

Trapalhadas - Introdução

Os exemplos de má gestão / má fé demonstrados pela direcção do agrupamento multiplicaram-se ao longo do presente ano lectivo. Segue-se um conjunto de posts, sobre assuntos que, apesar de, tanto quanto sei, não terem chegado a ter divulgação na comunicação social como alguns dos referidos anteriormente, têm um grande impacto na rotina diária das escolas do agrupamento. À falta de melhor nome denominarei estes posts por "Trapalhadas".

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Crónica de um naufrágio anunciado

A escola Básica Integrada Vasco da Gama excedeu em muito a sua capacidade de alunos (Maria José Soares em entrevista à Lusa: "(A Escola Vasco da Gama é) uma escola pública com sobrelotação de salas") mas mesmo assim a atual direção do agrupamento está apostada em agudizar este problema. Generalização do turno duplo a toda a escola será uma fábrica de enchidos. Segue a foto reportagem da chegada do turno duplo:

Direção planeia a chegada do turno duplo
   

A boa nova é anunciada à comunidade
   

A comunidade escolar dá a sua opinião
   

Fizeram-se estudos de capacidade para preparar as salas para os novos desafios
   

E na hora de preparar as refeições toda a ajuda foi bem vinda
   

Por falta de verbas a escola foi vendida aos chineses. A antiga população do parque das nações sem dinheiro para pagar o aluguer das salas exigido pela direção cedeu lugar à nova elite chinesa
   

Mas a revolta foi mais que muita. Amotinaram-se os pais e a comunicação social fez a cobertura televisiva em direto
   

E deu-se o naufrágio anunciado aquando da constituição do Agrupamento de escolas Eça de Queirós. Parece que a diretora escorregou do navio e falhou a pontaria do salva vida