Hoje, 3ª feira, às 9:30 a Joana tinha terapia da fala conforme horário previamente autorizado pela directora do agrupamento.
A Joana ficou sentada no átrio de entrada da escola entre as 9:30 e as 10:15, na companhia da terapeuta à espera que lhes disponibilizassem uma sala... foi dito que não havia salas disponíveis (isto apesar de estarem no horário previamente autorizado por escrito pela directora do agrupamento).
Numa atitude costumeira de mandar fazer sem dar a cara, a Srª. Maria José Soares, directora do agrupamento, mandou uma assessora comunicar à terapeuta que se quisessem podiam ter terapia em duas cadeirinhas no meio do corredor (sem condições, com barulho e gente a passar) e a terapeuta obviamente respondeu que aquilo não eram condições para dar terapia...
Portanto, na sua suprema prepotência, a Srª. Maria José Soares, directora da escola, obedeceu ao Ministério da Educação e Ciência ao não cobrar a sala, mas numa atitude que faz lembrar crianças do básico a bater o pé, deu a volta à situação ao não disponibilizar uma sala (que se pagássemos já passaria a existir).
A terapeuta pediu à assessora para falar com a directora uma vez que a assessora nada podia fazer. Foram chama-la, como se esperava não apareceu e, às 10:15 a terapeuta, obviamente, foi para a escola seguinte onde sim, tem uma sala à disposição como em todas as escolas decentes.
"Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo." Eça de Queirós
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Fevereiro 2012 - Terapia da fala (continuação 2)
A saga dos pedidos de pagamento da sala para a terapia da fala infelizmente ainda não terminou. Segue a descrição, feita pelos pais da Joana, da primeira sessão de terapia, após a indicação do ministério de que as salas não deveriam ser cobradas. A informação é referente ao dia 14 de Fevereiro.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário